O monossílabo é uma palavra com apenas uma sílaba: da, pé, ti, dó, nu, sol, mãe, lei, não, réu etc.

Monossílabos átonos

Os monossílabos átonos são palavras com apenas uma sílaba, a qual não possui tonicidade. Isso quer dizer que sua pronúncia apresenta menor intensidade. É o caso de termos como: a, e, de, me, se, do, na, que etc.

Monossílabos tônicos

Os monossílabos tônicos são palavras com apenas uma sílaba, a qual possui tonicidade. Isso quer dizer que sua pronúncia apresenta maior intensidade. É o caso de vocábulos como: há, chá, crê, cru, rei, pó, vil, más, bom etc.

Exemplos de monossílabos átonos e tônicos

A seguir, vamos ler e tirar exemplos de monossílabos átonos e tônicos deste trecho do livro Os Wagner:

Portanto, temos:

No entanto, existem outras palavras desse fragmento que não foram mencionadas. Afinal, elas possuem mais de uma sílaba. Portanto, podem ser oxítonas, paroxítonas ou proparoxítonas.

Como saber se o monossílabo é átono ou tônico?

Aqui vai uma dica! O monossílabo átono não faz sentido isoladamente, já o monossílabo tônico faz. Por exemplo, se eu digo “sol”, você consegue visualizar a coisa a que se refere esse substantivo, não consegue?

Porém, se eu digo “de” ou “a” ou “que”, você consegue ver um sentido nesses termos de forma isolada? Não consegue, estou certo? E se eu disser “vê”? Você logo associa tal palavra ao sentido da visão. E se digo “nós”, você imagina você e eu e talvez também outras pessoas em um mesmo grupo.

Mas se digo “nos”, isoladamente, não faz sentido. Nesse caso, o sentido só se faz quando o pronome “nos” está aliado a um verbo:

Comprou-nos um livro.

Assim, “de”, “a”, “que” e “nos” são monossílabos átonos. Já “sol”, “vê” e “nós” são monossílabos tônicos.

Referências

BECHARA, Evanildo. Moderna gramática portuguesa. 40. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2024.

CEGALLA, Domingos Paschoal. Novíssima gramática da língua portuguesa. 49. ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2020.

NICOLA, José de; INFANTE, Ulisses. Gramática contemporânea da língua portuguesa. 15. ed. São Paulo: Scipione, 1999.

Artigo escrito por: Warley Matias de Souza.